O pensamento de direita: a boa nova

 

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Filósofo Inglês. Conservador.

Está nascendo nesse país, em confronto com a cultura política em voga, uma tendência que, acho, veio para ficar. E para mudar.

Não é difícil visitar uma livraria hoje, até mesmo de Teresina, e econtrar autores do naipe de Roger Scrutton (ingês), Milton Friedman (americano), João Pereira Coutinho (português), Olavo de Carvalho (brasileiro) e assemelhados. O que esses pensadores e intelectauis têm em comum e de diferente do pensamento político reinante nesses “Tristes Trópicos”?

Todos esses autores fazem parte de um pensamento tido como de direita liberal e/ou conservador. Um conjunto de ideias que foi banido dos meios intelectuais, acadêmicos e jornalísticos, abrindo espaço para o enraizamento de um pensamento dominante que cultua o coletivismo e o vitimismo, orientando as políticas de dez em cada dez governantes que nos (des)governam.

Retifico. O pensamento conservador/liberal não foi banido. Só há banimento quando existe o objeto a ser lançado ao ostracismo. Em verdade, o pensamento não-esquerdista nunca se fez, com alguma força, presente nessa terra de Pindorama.

Para se ter uma ideia disso, chamar alguém de conservador é a senha para o insulto. É como se o repositório de insultos de que alguém possa ser vítima estivesse encarnado numa só expressão, num só verbete.

A pauta conservadora quer assombrar o país”. “ Os golpistas são os conservadores de sempre”. E por aí vai. As figuras ditas escolarizadas estufam o peito para verter as tais ofensas. Assim, conseguem regozijar-se em sua própria ignorância, típica de quem vê o mundo pelas lentes opacas de suas taras ideológicas.

O pós-ditadura permitiu que a tigrada tomasse conta do show busines, das redações dos jornais, grandes e pequenos e, principalmente, das cátedras universitárias. Assim a hegemonia esquerdista se consolidou e nos abraçou insanamente. Deu no que deu.

Mas eis que, com advento da internet, com a coragem de gente que estuda, que se move não por interesses coletivistas, mas pelo laborioso trabalho de estudar e pesquisar, o pensamento de direita começa a fazer guarida, fornecendo subsídios para que se possa enfrentar, com força, as utopias liberticidas paridas por intelectuais e sub-intelectuais canhotos.

Quer um exemplo mais concreto disso? Esse texto aqui publicado neste espaço generosamente cedido por esta publicação.

Este obscuro opinador, que verte textos com alguma regularidade, já emplacou várias opiniões citando obras de estirpe conservadora, tangenciando ideias que, se lidas com acurácia, vão impactar de forma impressionante, porque partem de raciocínios lógicos e clarividentes, mostrando, na teoria e na prática, que o indivíduo só encontrou liberdade e bem-estar em sociedades conduzidas pela mão invisível do mercado, como não falou Marx.

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